Nos primórdios das telecomunicações em Portugal, em 1884, uma história inusitada que envolvia o principal membro da realeza parece ter ajudado a popularizar este novo meio de comunicação. Rogério Santos, no livro História de Telecomunicações em Portugal, partilha um evento que ficaria para a História: o rei D. Luís I, impossibilitado de comparecer a eventos públicos devido a luto familiar, não deixou de ouvir as áreas da ópera Laureana no conforto do Palácio da Ajuda, graças a uma ligação telefónica com o Teatro São Carlos.
O evento foi imortalizado pelo talentoso lápis do caricaturista Rafael Bordalo Pinheiro, contribuindo para a divulgação e aceitação do telefone entre a população. E. gradualmente, instituições culturais como o teatro D. Maria II e o Coliseu dos Recreios aderiram ao serviço telefónico, ampliando a sua utilização.

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